Estava evidente que essa história do fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo daria muito pano pra manga e que muitas empresas de comunicação se aproveitariam desse fato para começar a jogar para escanteio jornalistas de verdade, com diploma (mesmo que nosso diploma não sirva mais para muita coisa) e competência técnica, e a dar espaço para qualquer pessoinha atuar como jornalista.

No dia 8 de julho, o blog Te dou um dado publicou uma nota falando que uma personalidade relevantíssima – Gracyanne WHO? Barbosa – estaria negociando com o SBT para atuar como repórter no programa do Netinho de Paula.

Eu, que não fazia a mínima ideia de quem era esse ser, me dei ao trabalho de pesquisar sobre a tal Gracyanne e descobri que ela é… ai Deus!… mulher do cantor Belo-feio-bandidinho.

Quer dizer, se o jornalismo é a cara dessa aí, nós, jornalistas graduados, devemos ser a bunda do jornalismo. Lamentável…

Rock n' RollViva o Dia Mundial do Rock!

Pelo fim do pagode, funk e afins!

selo_blog_roxie[4]Regras:

Escrever 5 coisas que são ROXIE:

Sobre música: Bon Jovi, Velvet Revolver, Guns n’ Roses, Titãs, Aerosmith.

Sobre televisão e cinema: Arquivo X, comédias românticas,  quase todos os filmes do Tom Hanks, suspense, filmes do Jack Chan.

Sobre países que gostaria de conhecer: todos os cantos do Brasil, Portugal (especialmente a região de Serra da Estrela), EUA, Inglaterra (ah, Londres…), Argentina.

Sobre cores favoritas: Preto, branco, rosa, roxo, vermelho.

Sobre hobbies: ouvir música, computador, praia, sair sem rumo (para conhecer lugares diferentes), ler.

Recebido de: Digita que eu leio

Indicado para: Grab a cup of tea, Viver é bom demais, Mel do sol, Miss American Pie, De Salto Alto.

Derrubar a obrigatoriedade do diploma de jornalista foi um golpe pesado. Mas, mais que simplesmente o fim da necessidade de um pedaço de papel, Gilmar Mendes ofendeu uma categoria profissional, tratando-a como nada. Com sua decisão, e em sua opinião, jornalismo e jornalistas tornaram-se obsoletos e desnecessários.

O texto abaixo, escrito por Alberto Dines, externa claramente a insatisfação de milhares de jornalistas (agora profissionais sem profissão) com essa atitude do STF, liderado pelo culto, porém inconsequente, Gilmar Mendes.

Lápis

PERGUNTA QUE NÃO CALA
Quem contrataria Gilmar Mendes para dirigir um jornal?

Por Alberto Dines em 30/6/2009

Mesmo os inimigos do ministro-presidente do STF Gilmar Mendes são obrigados a reconhecer o seu vasto saber jurídico, sua cultura, sua capacidade de expressar-se com tanta clareza e elegância como também seu conhecimento do idioma alemão.

Diante da sua obsessão em demonstrar que o jornalismo não é uma profissão e, portanto, não precisa ser regulamentado, este Observador sente a necessidade de repetir, ampliar e reformular a pergunta dirigida ao professor e ex-ombudsman da Folha e do iG Mario Vitor Santos na edição da semana passada (23/6) do Observatório da Imprensa na TV:

– Você contrataria o presidente do STF para dirigir o seu jornal?

Sua Excelência certamente perdoará a provocação cuja única finalidade é oxigenar e animar um debate que ao longo dos últimos 24 anos serviu para vocalizar apenas um lado da questão – o dos empresários.

A querela a respeito do diploma, ou melhor, do fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo, é secundária. Outra deve antecedê-la: jornalismo é profissão, ocupação, ofício, ferramenta de trabalho? Ou, além disso, também é missão, tal como a de um magistrado, treinado para destrinchar a dialética dos códigos, administrar a justiça e ser justo?

Ensinar e aprender

Este Observador jamais contrataria o ministro Gilmar Mendes para dirigir qualquer veículo jornalístico apesar do seu imbatível curriculum jurídico. Mas entregaria o seu hipotético jornal a um profissional diplomado em jornalismo, de preferência com uma pós-graduação profissionalizante, pelo menos 25 anos de experiência em redações e, principalmente, capacitado para assumir o papel de mediador, questionador e agente das transformações.

No seu arrazoado contra o diploma e contra a especificidade da profissão de jornalista, o ministro Gilmar Mendes esquece o seu notório domínio do idioma alemão. Não lembrou que Zeitung, jornal, deriva da raiz Zeit, tempo. Jornalismo em português ou Journalisme em francês (de Jour, dia, jornada) são atividades cruciais numa sociedade porque lidam com a passagem do Tempo. Uma sociedade desatenta para as inevitáveis mudanças está perdida, torna-se apática ou desarvorada.

Jornalistas marcam o tempo, verdadeiros ritmistas, mas ao contrário dos relojoeiros lidam com um tempo que não jorra contínuo. O tempo jornalístico é periódico, marcado pelas sucessivas edições, condicionado para a complexa tarefa de sintetizar o acontecido no período (daí periodismo em espanhol).

Passar ao leitor a sensação de que é testemunha e participante de um amplo processo exige conhecimentos teóricos, técnicos e também uma disposição instintiva para pressentir o que é novo e o que importa. Escritores raramente retomam seus textos depois de impressos. O ponto final é ponto final mesmo.

Jornalistas são treinados para a infindável tarefa de reescrever-se continuamente. Este treinamento começa nos bancos das escolas de jornalismo. Nas redações não há tempo para filosofar. Nem há tempo para olhar-se no espelho e reclamar. O mundo para os jornalistas é verdadeiramente redondo, rotativo, rotativa.

É a tal unendliche Aufgabe (tarefa infindável), ministro Gilmar Mendes, citada por Kant. Esta tarefa não é para qualquer um. Não é fruto de um estalo, golpe de sorte – precisa ser ensinada e aprendida. A perseguição contínua de uma tarefa é em si, uma atitude claramente profissional.

Obra de jornalistas

O relatório do ministro Gilmar Mendes estende-se por 91 páginas sobre a profissão de jornalista e, mesmo sintetizado, jamais seria entendido pelos leitores de jornal, mesmo de um quality paper. Há nele uma ironia que roça à presunção. É um antijornalismo em estado primitivo. Ao comparar jornalistas aos chefes de cozinha o ministro Mendes tenta fazer blague. Nós jornalistas não gozamos as togas usadas nos tribunais, nem mesmo as ridículas perucas dos magistrados britânicos. Respeitamos as tradições, somos os primeiros a perceber quando se tornam obsoletas.

O ministro, porém, ignora que sem jornalismo e sem jornalistas os historiadores teriam que inventar fatos. Ou contentar-se com documentos áridos, insossos, muitas vezes truncados e às vezes manipulados para parecerem verdadeiros. A história moderna, a crônica dos últimos 400 anos, deve muito aos profissionais do jornalismo.

Uma hemeroteca, Excelência, é o panteão da humanidade. Obra construída majoritariamente por jornalistas. Este Observador não contrataria um advogado ou mesmo um jurista renomado para montar uma coleção de jornais. Nem mesmo para editá-los.

(Fonte: Observatório da Imprensa, 30/6/2009)

Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se
você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.

Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.

Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.

Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chopp com batatas fritas. Terá de planejar enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.

O mundo não está nem aí se você está cansado ou triste; ele não para. E quem vive lamentando ou reclamando da vida nunca conseguirá chegar em lugar nenhum.

A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está. Em verdade, a ilusão é combustível dos perdedores, pois quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO. Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA.

Roberto Shinyashiki

No mesmo dia em que Michael Joackson e Farrah Fawcett faleceram, o Twitter registrou rumores sobre a morte dos atores Harrison Ford e Jeff Goldblum.

Ford está aparentemente desaparecido depois que seu iate afundou e Goldblum aparentemente caiu com seu carro de um ribanceira (ou qualquer coisa do gênero) na Nova Zelândia durante filmagens.

Pelo que deu para perceber, essas notícias – não confirmadas e certamente falsas – têm a simples finalidade de aumentar o número de visitas em alguns sites sensacionalistas.

Que absurdo esse tipo de coisa, meu Deus!

Que dia triste hoje! Pela manhã, a notícia da morte da pantera Farrah Fawcett, 62. Agora à noite, mais uma notícia ruim – e que me deixou MUITO chateada: o cantor Michael Jackson, 50, faleceu após sofrer um ataque cardíaco em Los Angeles.

Michael Jackson deixa um legado de canções, arranjos e iconografia preciosos, carregando consigo, dignamente, o título de Rei do Pop.

Good bye, Michael. Rest in peace.

Outras fotos [link]
Um pouco da história de MJ [link]

Rest in peace, Jacko!

Por favor, não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu.
Se ninguém resiste a uma análise profunda,
Quanto mais eu…
Ciumento, exigente, inseguro, carente
Todo cheio de marcas que a vida deixou
Vejo em cada grito de exigência
Um pedido de carência, um pedido de amor.
Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
E eu serei o perfeito amor.

_Mário Quintana_

A Walt Disney Pictures divulgou hoje as primeiras imagens oficiais do filme Alice no País das Maravilhas, dirigido pelo meu querido e sombrio Tim Burton. As imagens mostram o lindo Johnny Depp no papel de Chapeleiro Louco (com cara de Elijah Wood), a estranha atriz Helena Bonham Carter como Rainha Vermelha e a eterna Princesa Mia Anne Hathaway como Rainha Branca.

Clique para ampliar!

Também foram divulgadas três imagens de cenários. Já dá para ter uma ideia de como será o filme…

Alice e os irmãos Tweedle-Dee e Tweedle-Du

O papel de Alice ficou com a jovem atriz australiana Mia Wasikowska.

Alice  

Pelo que a produtora deixou escapar, a história começa quando Alice, 17 anos, vai à uma festa e descobre que será pedida em casamento diante de centenas de pessoas esnobes da sociedade. Assustada com a possibilidade, ela foge e encontra um coelho branco. Ao segui-lo, vai parar no País das Maravilhas, lugar que já havia visitado há cerca de 10 anos, mas não lembrava.

A estreia está prevista para 16 de abril de 2010, tanto em salas de cinema convencionais quanto em 3D.

Contando os segundos para a estreia… Adoro os trabalhos do Burton com o Depp!

Lua Um amigo me deu essa foto há muito tempo. Há uns cinco anos, pelo menos. O que teria acontecido na minha vida, como estariam as coisas hoje, se eu tivesse aceitado mais do que a foto? A afeição dele, por exemplo?

Não estou reconsiderando minha decisão; tenho consciência de que fiz o que era melhor para mim naquele momento. Apenas estou tendo uma daquelas fases de questionamento: E se eu tivesse feito isso; E se eu tivesse falado aquilo naquela hora, E se eu tivesse demonstrado meus sentimentos, E se eu não tivesse feito o que fiz; E se

Dizem que é melhor uma pessoa se arrepender de coisas que fez ou que, pelo menos, tentou fazer, a sofrer por coisas que ela perdeu a oportunidade de realizar. Hoje, agora, às 03h07 do dia 21/6/2009, eu tenho certeza de que pequei mais pela falta de ação do que por minhas ações e, por isso, tenho a vida que criei para mim.

“Welcome to wherever you are
This is your life, you made it this far
Welcome, you gotta believe
That right here right now, you’re exactly where you’re supposed to be
Welcome to wherever you are”

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