E 2010 chegou ao fim

E 2010 chegou ao fim.

Esse foi um ano de muito trabalho (me tornei jornalista responsável por uma revista de seguros [e, por não ser obrigada a aturar palhaçadas e ‘otras cositas’ saí de lá há alguns dias]), no qual tive a oportunidade de colocar em prática meu talento como jornalista, revisora e, também, minhas noções de estilo e diagramação. Apesar de ter crescido profissionalmente, foi uma lástima não ter podido realizar meu trabalho totalmente como desejava, pois, infelizmente, quase sempre havia gente tentando jogar areia, dificultando as coisas, mas… azar delas, não meu. Eu cresci, elas não.

Além da revista, fiz muitos trabalhos de assessoria de imprensa, bem como diversos freelas de revisão, e continuei escrevendo para revistas de educação, responsabilidade social e finanças. Aqui sim, de fato, tive liberdade o bastante para executar meu trabalho e tenho plena convicção – baseada tanto em meu desempenho quanto em elogios recebidos (coisa que jamais ocorreu na tal revista de seguros…) – que fiz um excelente trabalho. Mas, como nada na vida é perfeito, tive algumas baixas significativas também. Pois é. Faz parte.

Em maio, tive a oportunidade de realizar um treinamento de transformação e liderança emocional que me auxiliou a pensar melhor sobre o que vale ou não a pena na vida, me motivou a correr atrás de meus objetivos pessoais e profissionais (mesmo que isso muitas vezes ocorra de maneira bem diferente do que planejamos – para o bem ou para o mal) e que, meses depois, contribuiu muito para que eu tomasse a decisão de sair da revista onde eu trabalhava e ir em busca de algo muito melhor, mais positivo e de acordo com meus preceitos éticos, morais e profissionais. Valeu a pena!

Mas 2010 não foi apenas um ano de trabalhos e treinamentos. Em alguns momentos, tive vontade de jogar tudo para o ar, mandar algumas pessoas para aquele lugar (ok, confesso que algumas vezes não fiquei apenas na vontade), voar no pescoço de outras… Chorei bastante, briguei com Deus, quis sumir, paguei uma infinidade de contas (acho que foi o que eu mais fiz!)… Mas, de alguma maneira, sobrevivi a tudo isso e cá estou, prestes a entrar em 2011, novamente, vivenciando um enorme desafio – talvez o maior da minha vida, mas não me convém comentar isso aqui, para todo o mundo. Saberão apenas as pessoas que realmente fazem parte da minha vida.

Contudo, é preciso ser justa com esse ano, afinal, ele não foi 100% sisudo, sério, “adulto”. Conheci pessoas interessantes, adquiri novos conhecimentos,visitei lugares agradáveis, me diverti…

No início do ano, por exemplo, tive a oportunidade de assistir a um show da Família Lima (ok, foi em um evento profissional, mas e daí?). Embora as companhias não fossem grande coisa (longa história que não convém ser comentada), foi um ótimo show, que me fez sair encantada com a qualidade da apresentação do grupo. Um parêntese: Lucas Limas, a.k.a. marido da Sandy, é um excelente músico! Show mais que recomendado!


Ao longo do caminho, abri mão de algumas grandes apresentações, como Metallica e Guns n’ Roses (porque, convenhamos, R$ 200 para ficar na arquibancada, do outro lado do estádio, não valia a pena – afinal, seria apenas o Axl, não o GnR de verdade, né?), pois havia a possibilidade de que a minha banda viesse ao Brasil mais para o final do ano. E ela veio! E ainda bem que não fui aos outros shows, senão ficaria financeiramente falida – mais do que fiquei…

Em julho, depois de 15 anos de espera, chegou a tão aguardada notícia: Bon Jovi faria uma apresentação em São Paulo no mês de outubro. Perfeito, hein? Quer dizer, até divulgarem os valores… Pista Premium = R$ 600 + 20% taxa de (in)conveniência da Tickets 4 Fun, totalizando R$ 720. Foi um roubo e todos os fãs reclamaram, mas ninguém teve coragem de boicotar a empresa promotora e não comprar o ingresso. Garanti o meu nos primeiros cinco minutos de pré-venda para clientes Citibank (faz toda a diferença ter uma amiga que tem cartão desse banco ahaha).

Não preciso nem dizer que o show foi maravilhoso. Front row e Jon, lindo, praticamente o show inteiro na minha frente. AMEI! (Aliás, eu amaria mesmo se ele tivesse cantado “Atirei o pau no gato”). Para melhorar o que já era perfeito, tive companhias queridíssimas vindas lá do RJ, além de outras pessoas que infelizmente não sei o nome, mas que, naquela fila, acabaram se tornando amigos e fizeram com que o dia ficasse ainda mais especial e divertido.

Por ter sido um ano que começou empolgante, como a promessa de ser O ANO, devo dizer que 2010 falhou feio e não conseguiu cumprir o que prometeu. Aliás, passou longe disso… (embora não tão longe quanto alguns anos anteriores). Agora, em seus últimos dias, provou mais uma vez não ser O ano. Passamos por um susto muito grande, mas que, graças a Deus, ficou apenas no susto mesmo.

Enfim, unindo todos seus prós e contras, temos 2010, que em breve chegará ao fim e que, de um jeito ou de outro, ficará marcado em minha memória para sempre.

Que o ano que se inicia seja repleto dos momentos felizes que permearam 2010 (e muitos outros) e que todos os desafios trazidos a longos dos últimos 12 meses sejam totalmente superados no novo ano.

Feliz Ano Novo para todos nós!

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