Meeting Mr. Right

Outro dia perguntei aqui no blog se alguém conhecia uma pessoa que tivesse encontrado namorado/marido em site de relacionamentos e, em seguida, fiquei sabendo de uma amiga e uma prima que conheceram alguém desse jeito. A primeira ainda está em fase inicial – conheceu o pretendente há alguns dias –, mas a outra já está bem mais avançada – casou-se com o homem que conheceu on-line há cerca de dois meses (eles se conhecem há mais ou menos um ano).

Há algum tempo, uma conhecida da minha família – uma jovem senhora de 78 anos – sugeriu que eu entrasse em um desses sites, porque certamente eu encontraria alguém interessante. Fiquei em dúvida, receosa, mas me inscrevi em um dos vários sites existentes. Fiquei cerca de um mês e me enjoei de toda aquela história. “Oi, td bem? De onde vc é? O que vc faz? Ah, legal isso. Vc conhece alguém da net? Quer conhecer? O que acha de nos encontrarmos amanhã?” e por aí vai.

Sou chatinha em diversos aspectos e sei que isso pode me atrapalhar – e, muitas vezes, realmente atrapalha –, mas não consigo continuar uma conversa com um cara que escreve errado, que pergunta bobagem, que força um encontro, que não tem conteúdo, que não consegue manter uma conversa interessante sem debandar para a baixaria. Esses são alguns dos motivos que sempre me irritaram em um chat, por exemplo.

Será que ter bom senso, “cabeça no lugar” e querer alguém bom (não perfeito, porque isso só existe na ficção) é ser exigente demais? Será que isso me condena à solteirice eterna?

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