Gratidão

Neste exato momento, em alguma cidade do Estado de São Paulo, existe uma família que está vivenciando o período de luto pela perda de um ente querido. Ainda assim, mesmo diante de sua perda, essa mesma família, num ato de amor muito mais forte que a dor que eles próprios sentem, optou por salvar vidas e decidiu doar os órgãos desse familiar.

Não sei nada a respeito de quem faleceu – se era homem ou mulher, jovem ou adulto, branco ou negro, alto ou baixinho, se tinha filhos… –, mas sei que essa pessoa e sua família salvaram a vida de meu pai e deram a ele a oportunidade de uma vida plena e saudável, distante de uma máquina de hemodiálise (que durante cerca de seis anos o ajudou a sobreviver e que, agora, passará a ajudar outra pessoa, que até então não teve mesma a oportunidade).

Sei que jamais conhecerei essa família, nem poderei abraçar um a um e dizer “obrigada”, mas certamente essas pessoas estarão em minhas orações para o resto de minha vida.

A vocês, amigos desconhecidos e que agora são parte de minha família, muito obrigada por salvar meu pai.

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