Malditas sejam as palavras mal ditas

Num primeiro momento, palavras são apenas palavras. Não são boas, não são ruins. Não são felizes nem tristes. São só palavras. Porém, quando mal ditas, tornam-se malditas.

Infelizmente, as pessoas não têm muito cuidado na hora de usá-las. Hoje, muitos as empregam de maneira impensada, impulsiva, pouco se importando com resultados ou com o quando falar/escrever e com o como elas serão ouvidas/lidas. Sob o pretexto de (pseudo)sinceridade ou aproveitando-se de um bom relacionamento, lançam-nas como verdadeiras armas brancas em direção desse ou daquele que, não raramente é pego de surpresa, obrigando-o a buscar meios de se proteger para evitar ferimentos graves. E quantos são feridos diariamente… O “toque” dessas palavras quase sempre deixa algum tipo de cicatriz. E não faz diferença se elas vêm de um familiar, um amigo, um conhecido, um colega de trabalho: elas sempre marcam.

Palavras não são apenas palavras. Independentemente de escritas ou faladas, elas carregam em si muito mais do letras avulsas; elas têm significados – alguns agradáveis, outros nem tanto. Elas provocam sentimentos – reações positivas ou negativas; felicidades ou mágoas.

Malditas sejam as palavras mal ditas, assim como as bocas que as pronunciam sem pensar.

Hoje eu fui uma das vítimas das palavras mal ditas. Doeu. Bastante.
Tanto pelas palavras indevidamente usadas e impensadas (ou pensadas de
maneira errada, com maldade) quanto pela procedência de cada uma delas.

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