Tchau, 2015. Pode ir!

E 2015, enfim, está terminando. Agora. Eu sei que isso não é novidade para ninguém, mas você não tem ideia do alívio que me dá saber que este ano finalmente está acabando. Tenho plena consciência de que, entre outras coisas, isso significa um ano a menos de vida para mim e para todo mundo, mas isso, de um jeito ou de outro, iria acontecer mesmo; então, é sem dor no coração que eu digo: já vai tarde, 2015. Sayonara! Adios! Auf wiedersehen! Farewell!

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2015? Argh!

Não posso ser injusta e dizer que esses últimos 365 dias foram horríveis, porque não foram. Tive alguns bons momentos, claro, como quando fui aos shows dos Backstreet Boys e do Pearl Jam, ou como quando comprei meu carro, por exemplo. Mas este ano também teve momentos ruins, como o aparecimento de alguns probleminhas de saúde em familiares e o Natal (que foi bem ruim, mas isso é história para outro momento), ou momentos de tensão, especialmente no campo profissional (maldita rádio-peão!).

Sabe aquela piadinha que diz que “ninguém é totalmente inútil, pois sempre serve de mal exemplo”? Então, 2015 não foi um ano totalmente inútil; ele colocou no meu caminho algumas encrencas, que, no final das contas, serviram para me inspirar a mudar algumas coisas na minha vida. O mais breve possível! Me mostrou o que/quem vale a pena ser mantido por perto e o que/quem eu preciso cortar parcial ou definitivamente para ter uma vida com mais qualidade e com muito mais paz de espírito e tranquilidade.

Também foi um período em que eu trabalhei demais – muitas vezes até de madrugada (apesar do cansaço em que eu vivia, valia a pena) -, e que me ensinou a me fazer de “sonsa” quando eu não tinha poder para mudar alguma coisa, e a me mostrar forte e decidida quando via que tinha condições de mudar alguma situação ou coisa – ou, pelo menos, condições para tentar mudar – mesmo que isso significasse bater de frente com algumas pessoas queridas (e outras bem longe disso). Arcar com as consequências dessas batidas de frente também fizeram parte do aprendizado, para o bem ou para o mal.

Nesses dias, consegui me livrar de um probleminha de saúde que me acompanhava desde o final de 2014, o que foi um verdadeiro alívio. Mas também foram dias de receio e de angústia por perceber que pessoas queridas estavam com problemas de saúde mais sérios do que o meu.

Resumindo, 2015 foi uma verdadeira montanha-russa de emoções (clichê…), cujos dias foram divididos em algumas alegrias e algumas tristezas, tentativas bem-sucedidas e frustrações, prós e contras, vitórias e derrotas… Foi um ano em que a exaustão (física e mental) tomou conta de mim e levou embora minha paciência para coisas desnecessárias. Pesando todos os acontecimentos… já deu de 2015.

A partir de agora, fico na torcida de que neste novo ano que está chegando as coisas sejam mais calmas ou, então, menos tensas. Aguardemos os próximos 365 dias.

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