Incertezas

Cada decisão tomada, inevitavelmente, implica uma consequência – que pode ser boa ou má, dependendo da escolha feita e das pessoas envolvidas. Assim como a morte é o fim dessa vida terrena, esta é uma das maiores certezas que tenho: tudo o que fazemos gera um retorno e, por isso, cada ação deve ser pensada com cuidado.

Conforme crescemos, essas consequências têm seu grau de importância e seu impacto ampliados, uma vez que as decisões passam a ser, muitas vezes, mais “adultas” e sérias.

Com a maturidade que (normalmente) vem com a vida adulta, com nosso crescimento e com nossas vivências, era de se esperar que, com o tempo, nos sentíssemos mais confiantes para tomar determinadas atitudes e mais conscientes do tipo de retorno que teremos. Sem crises, sem receios, sem sofrimento. Mas não é assim. Nunca é assim.

A cada dia que passa me sinto mais “iniciante” na vida, sem certezas, sem seguranças, sem grandes convicções, sem verdades absolutas. Isso faz parte de ser adulta? Ou isso me torna, apenas, uma criança de 34 anos brincando de ser gente grande?

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