Love, Rosie

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You need someone who can help you reach your dreams and who can protect you from your fears. You need someone who will treat you with respect, love every part of you, especially your flaws. You should be with someone who can make you happy, really happy, dancing-on-air happy.

Love, Rosie (2014)

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4 anos de vida!

Há quatro anos, eu estava com meus pais e minha madrinha no Hospital do Rim, aqui em São Paulo, contando os segundos – sem sentir medo; eu tinha a estranha certeza de que tudo correria bem – para que meu pai finalmente conseguisse um novo rim. Dia 28 de julho de 2012 foi o dia em que ele voltou a viver.

Nesse mesmo dia, depois de anos de tormento e de revolta, eu decidi que não questionaria mais as decisões de Deus, porque, apesar da demora para meu pai conseguir um rim e do tempo de hemodiálise que ele precisou enfrentar (e tudo o que aconteceu nesse período), Ele fez com que o transplante desse certo e o rim começasse a funcionar praticamente no mesmo instante. Eu sempre brinco que nunca imaginei que eu pudesse ficar tão feliz com uma “bolsinha” coletora de urina como fiquei naquele dia…

Não existem, e jamais existirão, palavras suficientes para agradecer por esse milagre que Deus fez na vida do meu pai nem o que a família do doador (um rapaz do interior, pelo que eu soube) fez por ele e possivelmente por outras pessoas. Minha gratidão será eterna.

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Razão de ser – ou Sobre escrever

Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
a as estrelas lá no céu
lembram letras no papel,
quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?

O poema é de Paulo Leminski, mas poderia ser meu, porque me representa perfeitamente. ❤

Vai em paz, bonequinho!

E o dia começou triste… muito triste… E o mundo perdeu um pouquinho do brilho, um pouquinho da sua beleza… E eu perdi um pedacinho do meu coração…

Vai em paz, Bobbynho. A sua missão de alegrar as pessoas foi cumprida, meu amor.

Sua agilidade, sua graça, seu jeito carinhoso ficarão aqui, guardadinhos dentro da gente.

A prima vai sentir muito a sua falta, bebê, pra sempre! Vou sentir muita saudade de te ver entrando correndo aqui em casa e pulando no sofá, se “raspando” e agitando as patinhas, todo feliz e empolgado; vou sentir muita falta de ver sua carinha, seus olhinhos meio puxados, do seu pelo fininho e macio; vou sentir falta de te ver correndo atrás da Hannah; de te ver vestindo a roupinha camuflada e as sua gravatinhas; de te ver roubando os ossinhos da Mel e deixando sua prima com ciúme; de ver você deitado embaixo da minha cama, da mesa ou do criado-mundo, em Ibiúna; vou sentir falta da sua agilidade; da sua “carência” e necessidade de estar sempre perto de alguém; da sua mania de deitar no tapetinho em frente ao fogão e, principalmente, na porta da geladeira… Vou sentir muito a sua falta, por qualquer motivo. Mas apesar da vontade de chorar o dia inteiro de tristeza, até secarem todas as minhas lágrimas e essa sensação de “nunca mais a prima vai te ver” sair de mim, sei que foi o melhor que Deus pôde fazer por você. Aquela doença – maldita doença! – estava roubando suas forças diariamente, fazendo você sofrer… Agora aquilo tudo acabou. Seu sofrimento acabou, bonequinho da prima, xing ling da tia.

Vai em paz, meu amor. Que Deus e São Francisco estejam sempre com você. A prima te ama.

Na balança do parquinho <3De roupinha camuflada

Baby Bobby e sua vaquinhaOs primos Bobby e Mel

Dormindo no criado-mudoDormindo na sua caminha

40 anos de casamento

Há 40 anos, eles disseram SIM diante da família e de amigos. 💏 E de lá para cá vieram muitas alegrias e decepções, vitórias e derrotas, altos e baixos, euzinha e a Mel (rs), saúde e doença, bons e maus momentos…

Destes 40 anos, tive a felicidade de acompanhar de perto essas duas pessoas (meus melhores amigos, meus exemplos de caráter e honestidade, de amor, de respeito) por 34 anos e sei o quanto da jornada tem sido uma aventura – como todo casamento deve ser.

Pai e mãe, parabéns por esses 40 anos. E que venham muitos outros. AMO VOCÊS. Mais do que tudo nessa vida. ❤❤❤

Backstreet is back, alright!

E hoje, por pouco mais de duas horas, eu voltei a ser adolescente, com meus 16, 17 anos.

E deixei o “mundo real” um pouco de lado.

E me encantei ao ver o Kevin, o Nick, o Howie, o AJ e o Brian.

E eu dancei como há muito não fazia.

E eu ri como há muito não ria.

E cantei. Cantei muito. Cantei com gosto. Cantei com vontade.

E voltei para casa com a alma lavada, querendo mais.

Backstreet BoysIn A World Like This Tour
Citibank Hall – São Paulo14/jun/2015
Setlist

Because I can

Poderia escrever por horas sobre os dois shows do Bon Jovi – desde coisas óbvias como o quanto eu “amo” o Jon (vai dizer que você nunca notou isso?!), o quanto achei sacal a apresentação do Rock in Rio (tanto ao vivo quanto pelo Multishow), o quão ridícula foi a organização do show de São Paulo (sifudê, XYZLive e Backstage!), até o quanto o Jon voltou a ganhar minha simpatia com a apresentação no Morumbi (todo lindo, simpático e felizinho). Mas não quero falar sobre nada disso. Por aí já existem trocentas resenhas desses shows; não preciso fazer mais duas.

O melhor desses dias, além de ver meu loirão, foi as companhias. Pessoas que eu amo e com quem me divirto horrores (mesmo que eu não tenha a possibilidade de vê-los sempre). Foram dias ótimos, com muitas risadas, bate-papos, colchão inflável, parada em porta de hotel (oi?), tchauzinho do Phil, surtos com as amigas (coitado do marido de uma delas, que aturou três doidas em casa ahaha).

Vou sentir mais saudades de tudo isso do que dos shows. Mas espero que tenhamos mais em breve.